“Os investidores estão mais preocupados com o impacto do sector energético porque tem um peso maior nos mercados do que na economia”

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Cedida

Janeiro terminou de uma forma desencorajadora, muito por causa do rumo que a economia mundial tem traçado. Da Schroders, os economistas Keith Wade (na foto) Azad Zangana e Craig Botham partilham deste sentimento. Para os especialistas o principal sinal deste desalento é a queda nas expectativas de crescimento mundial do FMI para 2015, de 3,8% do passado mês de outubro para os atuais 3,5%. “Embora se tenha reconhecido que os preços mais baixos da energia apoiariam a atividade económica, espera-se que os lucros sejam compensados com uma deterioração da zona euro e dos mercados emergentes”, adverte o trio de economistas.

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