O ano de 2024 foi, para o grupo novobanco um ano de "solidez dos resultados financeiros suportados por um balanço mais sólido e robusto", como se pode ler no relatório e contas anual. Foi um ano de crescimento ligeiro dos resultados, com o resultado líquido a subir ligeiramente face ao ano anterior, para os 744,6 milhões de euros (2023: 743,1 milhões de euros).
Foi também um ano em que os depósitos cresceram 5,7%, atingindo os 29.754 milhões de euros, mas também em que os recursos de desintermediação ou fora de balanço - rubrica que engloba fundos de investimento mobiliário e imobiliário, fundos de pensões, bancasseguros, gestão de carteiras e gestão discricionária - não ficaram muito aquém do crescimento dos depósitos, com 4,8% de variação. Esta rubrica fechou o ano com 4.310 milhões de euros.

Nestes recursos de desintermediação, destaca-se a evolução da rubrica de fundos de investimento mobiliário, com um crescimento na ordem dos 19% para os 1.283 milhões de euros, enquanto os fundos de pensões, a maior rubrica do conjunto, viram os ativos decrescer cerca de 2%.

A oferta de soluções de poupança e investimento tem sido reforçada, segundo indicam do banco, com a introdução de novos fundos de investimento e com a integração das preferências de sustentabilidade no modelo de gestão do serviço de consultoria para investimento e com o lançamento do novo serviço Trading Pro, uma parceria com o Saxo Bank.
Receitas de gestão de ativos e bancasseguros
As receitas por serviços a clientes no segmento de gestão de ativos e bancasseguros cresceram 3% no ano, para os 64,2 milhões de euros, contribuindo com praticamente 20% para as receitas de comissões do banco.


