A forte correção sofrida pelas bolsas tem retirado protagonismo às obrigações, uma classe de ativos que também está a sofrer com este arranque de ano e onde se estão a produzir desajustes muito significativos, sobretudo nas obrigações high yield. As quedas mais avultadas estão a acontecer nos EUA, onde a quebra anual do segmento high yield alcança os 4,2%, sem que o índice de high yield com vencimentos a curto prazo (1-3 anos) consiga escapar (-2,6%). No high yield europeu a tendência é semelhante, ainda que com retrocessos menos exacerbados, sendo o retorno de -2,9% no índice genérico e de -0,5% para o que integra os vencimentos a mais curto prazo. Na renda fixa corporativa com grau de investimento, as rentabilidades anuais são quase nulas, mas positivas (de 0,7% no índice norte-americano e de 0,5% para o europeu). Os índices de dívida corporativa a curto prazo estão praticamente flat de ambos os lados do Atlântico. No atual contexto de volatilidade e incerteza, treasuries e bunds são as rainhas, sobretudo as obrigações alemãs, cuja yield está nos 0,26%.
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