A diversificação, ou seja, possuir uma ampla gama de instrumentos financeiros de diversas naturezas que permitam reduzir o risco total da carteira é um dos princípios básicos da construção de um grande número de carteiras de investimentos, embora exista quem aposte em carteiras concentradas. Mas “o nível de diversificação não depende tanto do número de investimentos nem da sua tipologia”, avisam os especialistas da Morningstar num recente artigo, onde sublinham a importância de conhecer como se relacionam os componentes de uma carteira, inclusive quando esta é formada por múltiplos fundos. “É importante que os diversos instrumentos não estejam correlacionados entre si, ou que a correlação seja débil, o que na prática significa que as rentabilidades deverão mover-se de forma independente”.
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