Em 2022 abriu-se um novo mundo para os mercados financeiros. O setor da gestão de ativos enfrentava, e ainda enfrenta, a inflação ligada à economia real. “Os mercados de ações, os de crédito e, com um pouco de atraso, os de capital de risco foram afetados pela subida das taxas de juro. As receitas da gestão de ativos dependem dos ativos gerido, que são difíceis de controlar neste ambiente”, reconhece Peter De Coensel, CEO da DPAM. Assim, à medida que o valor dos ativos foi baixando e os custos subindo, a margem reduziu consideravelmente e, segundo o especialista, é difícil prever quando terminará este fenómeno.
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