A era das taxas negativas pode ter ficado para trás, mas, na opinião da PIMCO, ainda temos pela frente muitos anos de taxas estruturalmente baixas e uma inflação alinhada com o objetivo dos bancos centrais. A gestora norte-americana acredita que voltaremos a ter taxas reais no intervalo de 1-3% e que a inflação voltará, nos próximos anos, a rondar o objetivo dos bancos centrais. “Não acredito que revejam em baixa o seu objetivo de preços. Pelo contrário, diria que a sua prioridade é ancorar as expetativas de inflação”, afirma Richard Clarida, consultor económico da PIMCO e vice-presidente da Fed até 2022.
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