Primeiras reações das gestoras ao que disse (e não disse) o BCE

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European Parliament, Flickr, Creative Commons

O Banco Central Europeu (BCE) acaba de reafirmar a sua estratégia. A autoridade monetária presidida por Mario Draghi manteve a taxa de juro de referência para as suas operações de refinanciamento nos 0% e a taxa da facilidade de depósito nos -0,40%. De igual forma, a instituição também não variou o seu programa de compra de ativos, que continuará a realizar-se num valor de 80.000 milhões de euros ao mês até ao final de março de 2017. Os investidores não parece terem ficado muito agradados com a mensagem, ideia evidenciada pelos retrocessos sofridos pelos principais índices de ações depois do discurso, embora no final da sessão as quedas tenham corrigido. “Os mercados estavam à espera que fosse anunciado um maior programa de quantitative easing em vez de uma mera declaração de que tudo está a correr bem, e que não é necessário fazer mais nada”, assegura Paul Brain, responsável de obrigações da BNY Mellon IM.

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