Primeiro o Brexit, depois Trump...Itália será a seguinte? As gestoras internacionais comentam

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Ed Yourdon, Flickr, Creative Commons

É uma realidade que os mercados são cada vez mais sensíveis ao impacto dos eventos de natureza política. Seguindo a agenda política, depois das eleições nos EUA, a atenção dos investidores vira-se para o referendo constitucional em Itália no próximo dia 4 de dezembro. Os analistas da Allianz Global Investors recordam que o Congresso e o Senado têm os mesmo poderes, "o que fez com que a atividade legislativa em Itália, depois da Segunda Guerra Mundial, tenha sido bastante pesada, com governos fracos e de curta duração". Neste contexto, a intenção do atual presidente do país, Matteo Renzi, é verificar, através do referendo, como se pode alterar a Constituição, incluindo uma nova lei eleitoral (segundo a qual o partido que consiga mais votos irá controlar o Congresso com 55% dos lugares) e reformar o Senado, que perderá poderes em relação ao Congresso. Renzi anunciou a sua disposição para se demitir, caso o voto negativo ganhe o referendo.

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