Entre as congéneres da bolsa portuguesa, as desvalorizações oscilaram entre 0,89% de Madrid e 1,30% de Londres. Rui Bárbara, gestor de activos do Banco Carregosa, sublinha que, desde meados do mês passado que a tendência de subida dos mercados, quase ininterrupta, foi cortada. “Primeiro com as quedas fortes no Japão, a que se somaram os receios dos investidores de que o Fed começasse a fazer uma redução faseada das medidas do chamado ‘quantitative easing’, e dados económicos que foram negativos”. A principal razão para a descida generalizada de hoje nas bolsas “foi o resultado da reunião e da conferência do BCE – não tanto a manutenção do actual nível de taxas, que já era esperado –, mas a ausência de novidades na intervenção de Mário Draghi. O Presidente do BCE não alimentou o apetite por activos de risco, não anunciou novas medidas, nem deu novas pistas aos investidores. Imediatamente, os mercados reagiram em baixa”, disse ainda o gestor de activos.
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