O ano começou com um sentimento positivo, mas a meio de janeiro começaram a fazer-se sentir os efeitos do coronavírus à medida que o vírus atravessava fronteiras e se espalhava a nível global. Apesar de no primeiro mês do ano ainda não se antever as proporções que o surto, agora já denominado pandemia, ia tomar, os mercados já refletiam aquilo que agora sabemos que se concretizou: a elevada volatilidade e as variações agressivas dos diferentes ativos de risco. Isto porque, como indica Paulo Joaquim, da GNB Gestão de Ativos, o COVID-19 “veio introduzir uma nova variável inesperada”.
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