Quando até o Big Data fica antiquado: como é que a gama de ações CORE da GSAM está a explorar a tecnologia para gerar alfa

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Pode um gestor tomar decisões verdadeiramente informadas sem se servir da tecnologia? Num mundo onde há sobreabundância de informação por processar,  antevê-se um desafio complicado. A capacidade de uma pessoa humana para analisar dados é limitada, mas o crescimento de informação desestruturada – imagem, voz, texto- nos últimos ano foi exponencial. O diferencial que se alarga ente ambos é o que na Goldaman Sachs Asset Management denominam de understanding gap (brecha de entendimento). “Se pensarmos que essa brecha pode dar pistas, ideias ou conhecimentos que mudem a percepção económica ou de um critério fundamental, então é para nós uma fonte de alfa. E na indústria da gestão de ativos essa vantagem competitiva será a chave para tomar decisões que potencialmente podem ser diferentes do consenso”, explica Javier Rodriguez-Alarcón, responsável por EMEA da equipa quantitativa da GSAM.

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