2024 não foi o ano das obrigações como muitos esperavam. Perante uma inflação mais persistente do que o que parecia, o mercado de obrigações teve de reajustar as suas expetativas de taxas de juro em baixa, com um consequente ajuste nas yields depois do rally do final de 2023. “Ainda há muita incerteza sobre quando vão baixar as taxas de juro e, sobretudo, sobre se esses cortes vão ser sequenciais”, aponta Mariano Arenillas, country head para a Península Ibérica da DWS.
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