A correção que está a acontecer no mercado responde a uma combinação de distintos factores macroeconómicos e técnicos. Como já tinha acontecido no passado verão, os mercados financeiros aumentaram o seu cepticismo relativamente à capacidade da China para gerir a sua transição económica e evitar, simultaneamente, um forte abrandamento. O facto do país poder vir a reduzir drasticamente o seu excesso de capacidade em alguns sectores é positivo para a sua perspetiva de longo prazo no que diz respeito à sustentabilidade do crescimento, embora seja negativo para os mercados emergentes (muito dependentes da procura chinesa por produtos básicos). A tudo isto soma-se a incerteza gerada pela queda do preço do petróleo, por causa do seu impacto não só nas empresas energéticas, mas também noutros sectores, como é o caso do financeiro, que tem atuado no papel de credor.
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