O investidor tem de aceitar a realidade: estamos a entrar num ciclo de subida de taxas. É inevitável. A inversão dos estímulos monetários já começou nos Estados Unidos e no Reino Unido, e a Europa não tem escolha a não ser seguir o mesmo caminho. “Como investidores em obrigações, só podemos perguntar a nós mesmos como, quanto e quais as consequências que isso trará”, afirma Richard Woolnough, gestor da M&G.
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