Durante os últimos três anos – muito antes da crise de COVID-19 – Pascal Blanqué, recentemente nomeado presidente do Amundi Institute, tem vindo a defender uma mudança no regime macrofinanceiro, inicialmente impulsionado pelo declínio do comércio mundial como o principal motor do crescimento global. Depois veio a inflação, que empurrou ainda mais para um mundo mais fragmentado entre diferentes exposições dos países à dinâmica dos preços e à diferente margem de ação dos bancos centrais.
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