Com o início de ano horribilis para as bolsas de todo o mundo, os investidores das três plataformas nacionais que distribuem fundos de investimentos estrangeiros começaram 2016 a repensar os seus investimentos... mais concretamente os que até então efetuavam em ações. Desta forma, o número de fundos de ações abrandou no top de mais subscritos das entidades em causa, e outro tipo de produtos passaram a dar mais nas vistas. Como habitual, João Graça, do ActivoBank, faz uma pequena retrospectiva do que se tem passado. Escreve que “o início de 2016, fica marcado pelo final de 2015”, ou seja, “o novo ano começou da mesma forma como terminou o anterior, cheio de dúvidas relativamente à economia chinesa, cheio de incertezas relativamente à evolução do preço do petróleo e ao crescimento económico mundial”. Em janeiro assistiu-se aos “mercados chineses a ser encerrados por mais do que uma vez, levando a quedas abruptas no inicio do mês e aparentemente definindo um elevado padrão de volatilidade para 2016”.Também no que toca às políticas monetárias surgiram novidades, com o “o BCE a sinalizar novos estímulos para março, passando pelo Bank of England que manteve as suas taxas de referência inalteradas assim como a Fed e, ainda pelo oriente onde o BoJ cortou as suas taxas para -0.10%”.
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