“Visto do lugar no tempo de onde escrevo, 2019, a que este Relatório se refere, parece muito longínquo”. É com esta frase que Gabriela Figueiredo Dias, presidente da CMVM, começa por colocar em perspetiva o ano de 2019. Um ano que apelida de “importantes avanços”, e onde destaca, por exemplo, a aposta que fizeram de um modelo “de atuação assente nos principais riscos e nos principais ganhos de supervisão, mas também em integrar assumidamente a estabilidade financeira” no mandato.
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