As crises recentes ensinaram os investidores que o mais importante é proteger as carteiras perante o risco de que aconteça um sucesso extremo, já que este tipo de sucessos podem ser muito prejudiciais para o conjunto da carteira. Na Pioneer Investments, por exemplo, asseguram que passam muito tempo a falar sobre como fazer a cobertura dos riscos de queda. “Os movimentos extremos dos mercados começam a ser cada vez mais habituais. A política do BCE continuará a distorcer os preços dos ativos, afetando a liquidez, as valorizações e o risco. Por outro lado, ao restringir a participação dos bancos como criadores do mercado, indiretamente os reguladores restringiram a liquidez em ativos inclusive de grande liquidez, como os mercados de dívida soberana – onde os volumes de trading são agora inferiores – ou o investment grade, onde estamos oficialmente num mercado ilíquido”, assegura Francesco Sandrini.
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