O terceiro trimestre do ano marcou um período de volatilidade fora do comum nos mercados financeiros. Principalmente os meses de agosto e setembro foram sinónimo de conturbação nas bolsas mundiais, que, segundo muitos dos ‘entendidos’, teve a sua génese principalmente na China. O mercado de ações nacional não foi exceção. Embora em julho o PSI 20 tenha terminado o mês com uma subida de 2,9%, os dois meses seguintes foram de completo “descalabro”. Em agosto o índice recuou 8%, ao passo que em setembro a queda ficou ligeiramente acima dos 4%.
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