Um gráfico para compreender onde posicionar-se e o que evitar em emissões corporativas emergentes

Warren Hyland Muzinich
Warren Hyland. Créditos: Cedida (Muzinich)

Este ano tem sido o pior da história para as emissões corporativas de grau de investimento desde que há histórico. "E nada tem sido imune. Os mercados emergentes também não", reconhece Warren Hyland, responsável de Emissões Corporativas de Mercados Emergentes na Muzinich. Mas ao contrário de outros períodos de stress, existe um indicador que lhe permite estar mais relaxado. Não temos visto grandes fluxos de capital para a classe de ativos. "Não foi como em 2013 quando todo o dinheiro rápido que entrava à procura de retorno fugiu à mesma velocidade. Os mercados emergentes não eram uma armadilha de dinheiro quente", diz o gestor do Muzinich EM Short Duration, fundo com Rating FundsPeople.

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