Uma “mão cheia de anos” nos fundos de curto prazo

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itssitar, Flickr, Creative Commons

Praticamente um ano volvido depois da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP – alterar a denominação dos fundos de tesouraria para fundos de curto prazo, é hora de fazer o balanço dos últimos cinco anos. De notar, ainda, que para a Associação, os fundos que se inserem nesta categoria são aqueles que “investem em activos de elevada liquidez, sendo que mais de 50% dos activos em carteira devem ter prazo de vencimento residual inferior a 12 meses”.

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