Com regras bem definidas, o Banco Central Europeu (BCE), contrariando as pressões políticas alemãs, avança já no próximo mês de março com o seu programa de quantitative easing à semelhança do que já tinha sido feito nos Estados Unidos, Reino Unido e Japão. Porém, convém sublinhar, que os dois primeiros tiveram reconhecido sucesso por apresentarem "fundamentais macroeconómicos diferentes e mais favoráveis que os espelhados pela Zona Euro e pelo Japão", como recorda à Funds People Paulo Monteiro Rosa, economista e autor do blog Omniaeconomicus.
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