Os mercados financeiros enfrentam um início de 2025 marcado por um contexto de polarização geopolítica, tensões inflacionistas persistentes e uma crescente fragmentação económica. Segundo a gestora Amundi Iberia, estas anomalias não são simples desvios temporários, mas reflexos estruturais de um sistema global em transformação. Fatores como as tendências demográficas, as alterações geopolíticas e industriais, bem como os efeitos das alterações climáticas, a inovação tecnológica e o custo da transição energética, definem esta nova realidade.
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