2016 começou muito mal nos mercados de ações. O motivo: outra vez a China. O colapso de 6,8% e de 8,1% com o qual arrancaram respetivamente o ano as bolsas de Shanghai e Shenzhen obrigou as autoridades a suspender automaticamente a negociação 90 minutos antes do fecho. O protocolo de atuação instaurado pelas autoridades chinesas para evitar golpes como os que ocorreram no passado mês de agosto não funcionou. Ao meio dia de ontem, o CSI 300, índice composto por 300 empresas que negoceiam em ambas as praças, sofria um descalabro de mais de 5%, declive que se viu interrompido pelo novo sistema de curto circuito posto em marcha pelas autoridades chinesas, que entrava em vigor antes de ontem e que obrigava a suspender a negociação durante 15 minutos. Mas esta medida, longe de acalmar os investidores, deixou-os ainda mais intranquilos. Depois dessa paragem, o ritmo de vendas acelerou-se ainda mais e em apenas dez minutos o índice sofreu um descalabro adicional de 2%. É a maior queda desde o colapso do verão.
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