Os políticos europeus enfrentam o desafio de definir a norma que englobará o investimento responsável na Europa. Entre eleger e criar um sistema padronizador de “completar espaços” ou uma abordagem flexível, na EFAMA insistem na segunda opção. A primeira coloca a sustentabilidade como um nicho enquanto a segunda promove um desenvolvimento dinâmico do investimento sustentável, defende Tanguy van de Werve, diretor-geral da entidade.
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