Por volta de 12 de dezembro especulava-se se a Grécia poderia voltar a reviver a pesada crise da dívida soberana, caso o lugar deixado por Antonis Samaras para cimentar a posição de Stavros Dimas, candidato conservador, "desse para o torto". Apenas duas semanas mais tarde, uma vez esgotadas as três voltas previstas pela Constituição grega para este tipo de eleições, o Parlamento teve de ser dissolvido e as eleições acabaram por ser adiantadas para 25 de janeiro. As reações não se fizeram esperar, espcialmente do FMI: perante a probabilidade do Syriza ganhar as próximas eleições, a entidade presidida por Christine Lagarde suspendeu as negociações de entrega da próxima tranche de ajuda financeira, esperando a concretização das eleições.
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