Grécia é definitivamente a palavra que marca, pelo menos, o início do segundo semestre de 2015. O Banco Carregosa nas suas perspetivas para a restante metade do ano fala obviamente do impasse helénico. “As consequências de uma possível saída da Grécia da Zona Euro e do abrandamento da economia chinesa são os principais fatores na agenda dos investidores”, realça João Pereira Leite, diretor de investimentos do Banco Carregosa. Estes dois factores, diz o profissional, poderão “minar a confiança dos investidores”, numa altura em que “tanto a economia europeia como a norte-americana estavam encaminhadas para um ciclo de maior crescimento”.
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