Também em relação ao investimento em ETFs os investidores do ActivoBank mostraram-se defensivos, como já tinha acontecido com os fundos de investimento. Segundo o que determina João Graça, do ActivoBank, “o posicionamento em ETFs demonstra um posicionamento em sectores mais defensivos ainda que de forma alavancada com os dois primeiros lugares a serem assegurados pelo sector do ouro”. Por outro lado, o profissional mostra que adicionalmente se voltou a ver “o interesse dos investidores em beneficiar de exposição a volatilidade que se manteve elevada”. Em termos geográficos, da entidade assistiram a “investidores a tentar aproveitar as correções dos mercados chineses e europeu por contraponto de posições longas na Alemanha e Rússia”, enquanto que a nível sectorial “manteve-se a tendência que se tem vindo a verificar nos últimos meses de beneficiar com a correção do sector energético”.
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