A sucessão de novos acontecimentos que têm impacto nos mercados é grande. Esta é a uma das sequências: na sexta-feira passada David Cameron conseguiu encerrar um acordo com a UE no qual se reconhece o status especial do Reino Unido, mas onde se reconhece também que o país não está obrigado a uma maior integração dentro da União. Também era anunciado, nessa altura, que o dia 23 de junho será a data eleita para celebrar o referendo que consultará os britânicos sobre se o Reino Unido deverá ficar ou abandonar a UE. Na passada segunda-feira, o ex Mayor de Londres Boris Johnson anuncia publicamente que votará a favor de uma saída da zona euro, agitando o risco de Brexit até a um ponto em que a libra colapsou nesse mesmo dia até níveis inéditos de março de 2009.
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