Ainda que tenha dito o contrário há umas semanas atrás, Theresa May propôs antecipar as eleições gerais para o próximo dia 8 de junho. A aceitação da proposta por parte do seu principal concorrente, Jeremy Corbyn, faz com que seja mais provável a celebração desta data, que requer a aprovação de dois terços do Parlamento. “O país está unido, mas Westminster não”, disse a primeira ministra britânica para justificar a sua decisão. Christophe Morel, economista-chefe na Groupama AM, explica-o de uma forma diferente. “Assumir o Brexit é uma coisa; assumir a desintegração da Grã-Bretanha é outra. Face a uma Europa que atualmente parece relativamente decidida e unida, a débil coesão no interior do Reino Unido pode levar ao surgimento de receio de uma desintegração do país e May parece querer fortalecer a sua autoridade através de uma votação de adesão do povo britânico ao seu projeto de um Brexit mais duro”, afirma o especialista.
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