A subida da taxa de juro até 17% (duas subidas em apenas uma semana) e a venda das reservas cambiais para aliviar a queda livre do rublo, das ações (queda de 8% no mês) e das obrigações (aumento de 5% para mais de 15%) está a marcar a atualidade do país. A Rússia tenta evitar que a história se repita e se produza um segundo ‘efeito vodka’. No entanto, a situação continua a agravar-se com a queda dos preços do petróleo e com uma subida forte da volatilidade.
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