Parece que 2013 está a ser um ano difícil para as economias emergentes. Desde maio, vários fatores, como por exemplo a possível redução das injeções de liquidez por parte da Reserva Federal dos EUA, o aumento das taxas de juro a longo prazo e melhoria das perspectivas de crescimento dos países desenvolvidos, provocaram correções indiscriminadas nos mercados emergentes. Num relatório recente, a equipa de Análise Económica e Estratégica da Amundi analisa dez questões para entender como a situação pode evoluir.
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