Alexander Moseley, gestor de carteiras sénior da equipa de dívida de mercados emergentes de rentabilidade relativa da Schroders explica, num relatório publicado recentemente, que "as fortes quedas registadas pela dívida de mercados emergentes em Maio e Junho deste ano foram as mais pronunciadas nas últimas duas décadas, a partir de uma situação de crise". Para o gestor, vários factores, como o anúncio do possível fim do programa de compra de activos da Reserva Federal dos EUA, o abrandamento do crescimento na China, Brasil, Rússia e outros mercados emergentes, a queda dos preços das 'commodities' e a instabilidade política e social no Brasil, Turquia e Egipto conjugaram-se numa espécie de "tempestade perfeita" para a classe de activos.
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