Este fundo de acções Espanha, categoria Morningstar, foi lançado há mais de vinte anos, tendo um rating 'silver' atribuído por esta empresa de análise e sob gestão 100,59 milhões de euros. A unidade de participação vale 43,69 euros (dados de 17 de Setembro da Morningstar) tendo sido a rendibilidade do Fidelity Iberia, no último ano, de 13,17% e nos últimos dez anos de 8,82%.
A carteira do fundo apresenta um grande peso em acções da zona euro (98,74%) e os três sectores com maior exposição no final de Julho, segundo dados disponíveis na Morningstar, eram o sector do consumo defensivo (15,39%), a energia (13,57%) e o consumo ciclico (1,56%).
As cinco principais posições, 31 de Julho, de acordo com a Morningstar, eram Banco Santander, BBVA, Amadeus IT Holding, Galp Energia e Inditex. À parte de empresas deste tipo, Firmino Morgado assinala a existência de “pedras preciosas” por descobrir, empresas sem dívida ou com uma alavancagem gerível que que geram liquidez suficiente para financiar a sua expansão e crescimento em mercados internacionais, como Grifols (com uma forte exposição aos EUA). “É possível encontra-las mas não é fácil. Os mercados as vezes têm uma visão diferente da minha e eu não compro em 'rallies' como aquele que estamos presenciando”, assegura o gestor do fundo.
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