Um dos principais argumentos que os gestores de mercados emergentes costumam esgrimir para estabelecer diferenças entre a conjuntura atual destes países e a crise asiática de finais dos anos 90, é que muitos governos dedicaram-se nos últimos 15 anos a aumentar as suas reservas de moeda estrangeira. A questão é que estas reservas encolheram nos últimos tempos. Segundo o FMI, o conjunto de reservas de divisas estrangeiras em países em via de desenvolvimento contraiu-se em 114.500 milhões de dólares, interanuais, e terminou 2014 nos 7,74 biliões de dólares, face ao seu máximo de, aproximadamente, 8 biliões, que foi registado há precisamente um ano, no segundo trimestre de 2014.
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