Na J.P. Morgan AM está claro de que se chegou ao momento de subir vários degraus na escala do risco. "Em obrigações vamos assistir a níveis de rendibilidade muito discretos nos próximos anos", assegura Manuel Arroyo, director de estratégia para Portugal e Espanha da J.P. Morgan AM, que acredita que as diferentes medidas adoptadas pelos bancos centrais estão a levar os investidores a investir em activos de maior risco, como obrigações corporativas ou acções.
Perante o baixo valor que tem actualmente a dívida pública, na gestora consideram que as empresas vão continuar a crescer, apesar desse crescimento ser mais pelo lado das receitas do que das margens, o que fará com que seja mais ajustado mas mais saudável. "As obrigações 'corporate' são mais atractivas, porque têm fundamentais sólidos e taxas de 'default' historicamente baixas", diz. Dentro do crédito, a preferência vai para 'high yield', nessa lógica de subida do risco.
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