No relatório de agosto, publicado pela CMVM, nota-se uma tendência inversa quando se analisa os títulos de dívida pública e as obrigações. Segundo o regulador, enquanto no primeiro caso houve um aumento na ordem dos 6%, já nas obrigações houve um decréscimo de 3,6%. Em termos de valores investidos, o total das duas rúbricas ultrapassa os 4.450 milhões de euros, com a maior fatia a pertencer às obrigações com mais de 3.296 milhões de euros e os restantes 1.154,9 a serem incluídos na categoria de dívida pública.
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