Dar algum fulgor à banca para emprestar dinheiro, animar as empresas que investem, estimular os consumidores a consumir e, por fim, evitar a todo o custo uma entrada da zona euro numa espiral de deflação. Estes são alguns dos objectivos que se podem ler nas entrelinhas do anúncio feito por Mario Draghi relativamente ao programa de expansão monetária, onde se definiu uma compra de dívida no valor mensal de 60 mil milhões de euros.
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