Apesar da pandemia, o ano de 2021 tem-se revelado positivo para os investidores de ações e não tão positivo para os investidores em obrigações. Ainda que ligeira, a única correção mais significativa que vimos nos principais índices acionistas norte-americanos aconteceu no final do terceiro trimestre, altura em que ocorria a evolução da variante Delta, o início do tapering dos EUA, o aumento da regulação na China, e a crise energética. Contudo, os mercados mostraram a sua robustez ao recuperarem dessa queda e ao renovarem em constantes máximos históricos.
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