Embora o caso dos BRIC - Brasil, Rússia, Índia e China - é (ou foi) um exemplo de sucesso ao longo da última década, hoje parece que "começa a esgotar-se", avisa Peter Dañobeitia, responsável pelo Deutsche Asset & Wealth Management na Península Ibérica, que acredita que "entre os emergentes, há países com retornos melhores do que o do Brasil, por exemplo, que já não é o que era".
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