No mês de janeiro, no BiG, Isabel Soares dá uma explicação sobre o que se passou no panorama dos ETFs: “os períodos marcados por elevados níveis de volatilidade e incerteza tendem a favorecer a negociação de ETFs face a outros produtos. Janeiro não foi exceção”. Segundo a gestora de produto da entidade, foram muitos os investidores a apostar neste tipo de produtos durante o mês de janeiro, de forma a posicionarem-se no período. “A negociação de ETFs que permitem tirar partido de movimentos de desvalorização no mercado (versões short) ganhou expressividade. Ainda assim, a generalidade de produtos mais negociados continua a contemplar maioritariamente versões long”. A profissional destaca também que “os ETFs de acções, com maior incidência nos produtos com exposição geográfica à região europeia, continuam a ser amplamente procurados pelos investidores”. Tal como em períodos anteriores, “subjacentes como o DAX, EuroStoxx 50 ou IBEX continuam em destaque (os ETFs ETFs iShares Core DAX UCITS ETF, iShares Euro Stoxx 50 UCITS ETF, Lyxor ETF IBEX 35 voltaram a registar volumes consideráveis com especial predominância no lado das compras)”. Outro dos temas dominantes em janeiro, na plataforma, foi o investimento “em produtos que tenham como objectivo replicar a evolução do preço do petróleo”. isabel Soares explica que “a perspectiva de que a manutenção do preço desta commoditie em níveis tão baixos possa ser insustentável durante muito tempo, tem justificado alguns posicionamentos neste segmento favorecendo, desta forma, a negociação de ETFs que permitam tirar partido de eventuais movimentos de valorização no preço do petróleo”.
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