Os últimos seis meses foram relativamente tranquilos no que refere à crise da dívida que dominou atenção dos investidores entre 2011 e 2012, no entanto a crise na ilha cipriota veio relembrar que os problemas na Europa não estão solucionados. Embora o Chipre representa apenas 0,2% do produto interno bruto europeu, trata-se de um país importante numa perspectiva de análise da fragilidade do sistema bancário europeu. Os problemas do Chipre não emergiram devido a um excessivo desequilíbrio entre a receita e despesa pública, mas sim devido a um sistema bancário demasiado grande quando comparado com a dimensão de toda a economia cipriota.
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