Quando o vencedor leva (quase) tudo

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Images_of_Money, Flickr, Creative Commons

Na atualidade, existem no mundo 220 gestoras que comercializam ETFs. Delas, 210 têm um volume de ativos sob gestão que representam uma quota de mercado abaixo de 1%. Em 180, a percentagem do bolo no que respeita ao volume total de ativos geridos pela indústria é de 0,1% ou inferior. É uma forma fácil e simples de entender para onde caminha a indústria. E, a julgar pela direção que estão a seguir os fluxos, não parece que esta tendência vá se reverter no curto/médio prazo. O que está a suceder na Europa é muito significativo. Segundo dados da Broadridge, em 2015 a indústria de ETFs recebeu entradas líquidas de 64.170 milhões de euros, dos quais 63.342 (98,7% dos fluxos) foram parar a uma das dez entidades que mais captações líquidas registou no ano. Dos 450.000 milhões de euros que gere a indústria na Europa, 416.300 estão nas mãos de uma das firma do top 10.

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