A indústria de gestão de ativos vive um momento "doce" a nível global depois de encadear vários anos de crescimento sustentável. O “bolo” está cada vez maior e há indícios que apontam que esta tendência se manterá no futuro. Numa entrevista concedida à Funds People, Luis Ojeda, responsável da Deutsche Asset & Wealth Management para Ibéria, cita três. Em primeiro lugar, o facto de ainda existir muita margem de crescimento para a gestão profissional. “Calcula-se que no mundo desenvolvido apenas um terço dos ativos dos clientes que têm ativos financeiros estejam a ser geridos de maneira profissional por gestores e ativos. Por esse lado ainda há muito terreno para que a indústria vá ganhar quota de mercado, o que é importante para o sector”, afirma.
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