Apesar destas advertências, os especialistas indicam que, em termos gerais, não esperam que “a queda das expectativas de inflação dos salários nominais anunciem um ajuste em direção a uma deflação permanente”. Desta forma assinalam que, entretanto, a “baixa inflação pode manter o pulso da política monetária ou torná-la ainda mais relaxada”, com exceção dos EUA, onde todos os dados apontam para a normalização económica. Wade, Zangana e Botham também são da opinião que a Reserva Federal se centrará menos na inflação global para por outro lado centrar-se numa taxa estável de inflação subjacente e na melhoria do mercado laboral (onde será essencial o crescimento dos salários) de forma a que possam começar a subir as taxas em 2015. Na Schroders têm como cenário a expectativa de que a taxa de fundos da Fed suba até 1,25% no final de 2015 e alcance máximos de cerca de 2,5% em 2016.
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