As passadas semanas foram muito agitadas nos mercados de obrigações e ações italianos. O país, a terceira economia da Zona Euro, quer agir sozinho em relação aos objetivos orçamentais e os investidores não estão dispostos a deixar passar isso ao lado. A pressão dos mercados já se sente. Nas últimas sessões o prémio de risco italiano disparou 300 pontos base voltando para níveis de 2014. A razão: a intenção do governo italiano de aprovar um orçamento que aponta para um déficit de 2,4%, o triplo do proposto pelo anterior Executivo de Paolo Gentiloni. “Isto faz com que a Itália continue a ser o principal risco nos mercados financeiros. Os orçamentos apresentados pelo governo para o período de 2019-2021 parecem contradizer os compromissos com a solidez fiscal”, declara Axel Botte, estratega na Otrum AM (filial da Natixis IM).
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