Depois de termos recuado até 2017 e analisado o saldo entre subscrições e resgates registado pelos fundos de entidades nacionais domiciliados no Luxemburgo, voltemos até ao final de março deste ano e olhemos para o volume de subscrições líquidas alcançado por estes produtos durante os primeiros três meses do ano. Neste período, o destaque vai para dois fundos (um de obrigações e o outro de ações) que foram os únicos a ultrapassar os 10 milhões de euros em subscrições líquidas.
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