Ao pensar na próxima revolução tecnológica a conversa está a centrar-se em como os robots vão deixar os humanos obsoletos. Teorias que também chegaram aos debates sobre o futuro da indústria da gestão de ativos. De certo modo, o uso da inteligência artificial já se estendeu com a popularização de estratégias quantitativas aplicadas aos mercados tradicionais, com a procura por novas fontes de alfa e a eliminação de curvas de comportamento. Mas longe de ser um vaticínio da futura extinção dos gestores, a nova era das máquinas está a criar um sector mais eficiente, otimizado e personalizado para o cliente. De facto, e tal como questiona um recente estudo da consultora McKinsey, o uso de novas ferramentas está a transformar toda a cadeia de valor da indústria: desde a distribuição de produtos até ao middle e back office.
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