As tensões geopolíticas e a fragmentação económica marcam a atualidade, é certo, mas os investidores devem evitar decisões precipitadas e manter uma visão de longo prazo. Esta é uma das principais mensagens deixadas por Ben Jones, global head of Research da Invesco, numa conversa com a FundsPeople, em Lisboa. Segundo o estratega, os episódios geopolíticos tendem a provocar reações imediatas nos mercados, mas raramente têm impacto duradouro no desempenho dos ativos. “Se olharmos para conflitos passados, há normalmente uma reação emocional de curto prazo, com as bolsas a cair e o petróleo a subir. Mas, um ano depois, os mercados tendem a estar mais altos”, afirma. Por isso, sublinha, “o melhor que os investidores podem fazer é não entrar em pânico e manter-se investidos”.
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