Fundos de obrigações: os líderes no retorno a cinco anos

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Créditos: Marc A (Unsplash)

O diretor de investimentos do Banco Carregosa, Filipe Silva, comentava recentemente que “continuaremos a ter taxas negativas, pelo menos até termos sinais de crescimento na economia real e só nesta fase do ciclo económico é que se poderá começar a falar num alívio das medidas de apoio por parte dos bancos centrais”. Contudo, apesar do atual contexto muito desafiante para os gestores de fundos de obrigações, esta classe de ativos pode continuar a ser uma opção válida como elemento de diversificação e de redução da volatilidade nas carteiras de investimentos. Prova disso é que, em 2020, os fundos de obrigações nacionais conquistaram um notável destaque em termos de captações

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